Nova geração de corretores de imóveis tem profissionais de diferentes áreas


Horário flexível e comissão alta fazem com que profissionais abandonem suas áreas de atuação para se tornar corretores de imóveis. Na maioria dos casos, a insatisfação com o salário é o grande motivador da mudança profissional. Gerentes de imobiliárias da Capital concordam que a atividade está em alta, mas ressaltam que, para ganhar bem, o candidato deve estar disposto a trabalhar além dos plantões para conquistar o cliente.

— A profissão é conhecida pelo horário de trabalho flexível e por ganhar comissão alta. Mas as pessoas esquecem que não é só fazer o plantão, mas toda uma dinâmica de identificar os clientes e saber lidar com perfis diferentes de consumidores. 

Ao contrário da equipe tradicional, formada por profissionais aposentados, hoje os jovens têm assumido a função.  Muito atrativa aos jovens, que podem ganhar mais do que no início de outra profissão. Para as imobiliárias, esse interesse é positivo.

— Como em qualquer função que se inicia, demora um pouco até aprender os macetes.


Exigências do mercado

Ter feito ou começar o curso técnico em Transações Imobiliárias ou Gestão de Negócios Imobiliários. Ambos garantem o registro junto ao CRECI— que é obrigatório para exercer a profissão.

Ter mínimo de 18 anos de idade e, dependendo da imobiliária, ter o ensino médio completo.

Saber mexer em ferramentas online, porque a maioria das imobiliárias utilizam a plataforma para expor seus produtos e buscar novos clientes.

Ser comunicativo e saber vender o produto. 

Além disso, ser proativo no atendimento ao cliente e na procura de novas fidelizações.

Gostar da flexibilidade de horário, que também pode ter pontos negativos, como realizar atividades fora do plantão de atendimento.

Conhecer o mercado imobiliário, especialmente as regiões em que a imobiliária atende.

Aprimorar-se constantemente. Cursos sobre financiamento e avaliação de imóveis, por exemplo, ajudam no suporte ao cliente.

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